Abstract Movement
Dan Hobday
Novidade
Os quadros Japandi são o ponto de encontro entre a calma japonesa e o aconchego escandinavo: tons terrosos suaves, linhas simples, texturas naturais e muita parede livre à volta de cada peça. Pensa numa onda de Hokusai numa moldura de carvalho, numa pincelada de tinta-da-china por cima de um sofá de linho, ou numa grande paisagem enevoada em vez de cinco pósteres pequenos. Vê como escolher motivos e cores, que tamanho usar, que molduras preferir e como pendurar tudo para que a divisão possa respirar.



O Japandi vai buscar a serenidade de uma divisão japonesa e o aconchego de uma escandinava. Na parede, tudo se resume a quatro coisas.
Cores terrosas. Areia, argila, musgo, pedra e um toque de preto tinta-da-china – cores que parecem tiradas da natureza e não de um mostruário de tintas. Um só apontamento de cor, como uma onda índigo ou um pequeno sol vermelho, chega bem.
Linha e pincelada. Um grou de papel dobrado, um círculo a tinta-da-china, algumas agulhas de pinheiro. Formas simples desenhadas com mão firme (ou alegremente trémula).
Textura. O grão de uma xilogravura, a suavidade da névoa sobre a água, camadas de cor de areia. Arte que recompensa um olhar mais atento.
Espaço. A parede vazia à volta de uma imagem faz parte da imagem. Deixa-a livre de propósito.
Uma parede Japandi raramente tem mais do que uma ou duas peças. Em vez de uma parede de quadros cheia, escolhe um póster de que gostes mesmo e dá-lhe espaço para respirar: um 50x70 por cima de um aparador, um póster grande por cima do sofá ou dois pósteres lado a lado com bastante espaço entre eles. Cada motivo conta mais, e toda a divisão parece mais tranquila.
Que tamanho? A regra clássica diz que a arte deve cobrir cerca de dois terços da largura do móvel. Por cima de um sofá de 200 cm, um 100x140 na horizontal faz exatamente isso; um único 70x100 cobre menos e parece ainda mais arejado – muito Japandi. A que altura? Deixa 20–25 cm entre o móvel e a margem inferior da moldura. Os móveis Japandi são muitas vezes baixos, por isso a arte pode acabar mais abaixo do que é habitual. É essa a ideia: mantém tudo à altura de quem está sentado, perto do chão. Indica a largura do teu sofá e vê o que cabe.
Calculadora de tamanhos
Escolhe o móvel, indica a largura e vê o que fica bem – com o tamanho, o espaçamento e a altura a que pendurar.
100x140 cm · horizontal
Um póster grande que dá o tom – aqui é a parede que fala. Cobre cerca de 70% da largura do sofá.
Descobre os pósteres 100x140Cinco composições para paredes de quadros →Com base no nosso guia para pendurar quadros: 20–25 cm acima do móvel, 6 cm entre molduras e a margem superior, no máximo, a 210 cm do chão. Alturas de móveis padrão e um teto de 240 cm.
Nada diz Japandi tão depressa como arte japonesa, e muitos clássicos já vêm na paleta certa: índigo desbotado, bege papel de arroz, verde suave e um único ponto de vermelho.
Katsushika Hokusai criou The Great Wave por volta de 1831 para a série Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji; Fine Wind, Clear Morning – o famoso Fuji vermelho – pertence à mesma série. Kamisaka Sekka publicou Momoyogusa, um livro de xilogravuras com grous, ondas, colinas e flores, em 1909–1910, e os desenhos continuam a parecer surpreendentemente modernos. Ohara Koson é um mestre dos pequenos pássaros em ramos floridos, e Ogawa Kazumasa fotografou flores há mais de um século e mandou colorir as imagens à mão.
Como escolher: os fundos claros ficam melhor em paredes claras, enquanto um póster escuro transforma uma parede bege numa galeria. Um póster horizontal, como os grous no topo desta página, foi feito para um aparador comprido e baixo. Explora todos os nossos pósteres Japandi.
Deixa a madeira falar. O carvalho é a moldura Japandi natural: clara, quente e da mesma família que os móveis. O preto fica bem com desenhos a tinta-da-china e xilogravuras mais escuras, e o carvalho escuro dá profundidade a uma divisão com nogueira ou madeira fumada. Muitos dos nossos pósteres japoneses têm uma margem clara impressa à volta do motivo, por isso parecem montados mesmo sem passe-partout – mas, se quiseres um, aqui tens tudo o que precisas de saber sobre passe-partouts.
Encosta. Os móveis baixos praticamente pedem isso. Uma moldura apoiada no chão ao lado de um cadeirão, num banco ou num peitoril fundo parece natural, e é fácil de trocar quando muda a estação.
Descentra. O design japonês adora equilíbrio sem simetria. Pendura um póster para um dos lados do aparador e deixa um candeeiro ou uma jarra alta equilibrar o outro lado, ou junta uma moldura grande a uma pequena e alinha as margens inferiores. Quatro composições, desenhadas à escala por cima de um aparador de 160 cm:
Um único 70x100 ao centro, com muita parede livre dos dois lados e nada a disputar a atenção.
Um 50x70 pendurado à direita do centro. Põe um candeeiro ou uma jarra alta no lado vazio para equilibrar.
Um 50x70 e um 30x40 com as margens inferiores alinhadas e 6 cm entre eles. Descontraído, mas não ao acaso.
Dois 30x40 a alturas diferentes, como pedras para atravessar um riacho. Ou pendura um e encosta o outro por baixo.
Clássicos japoneses, flores e pássaros, tinta-da-china e linha, ou abstratos terrosos: quatro direções com o mesmo ambiente tranquilo. Misturar duas é muito Japandi – uma xilogravura ao lado de um abstrato com textura, por exemplo – desde que as cores fiquem na mesma família.
O Fuji vermelho de Hokusai, um desfile de grous e as suaves colinas verdes de Sekka. Velhos mestres com a calma já incluída.
Lótus, flor de cerejeira e íris: a natureza trazida para dentro de casa, um ramo de cada vez.
Um grou de papel, um jardim de areia rastelada e um brasão carimbado. Formas simples que fazem muito com muito pouco.
Areia, argila e pedra em camadas suaves – o lado escandinavo do Japandi, e lindos ao lado de uma xilogravura japonesa.
Preferes que a combinação já venha feita? Estas paredes das nossas páginas de inspiração foram criadas para este estilo – uma para pendurar e encostar, um grupo de quatro por cima de um sofá e um trio em rosa suave – com todos os pósteres e tamanhos num só sítio.
Arte de parede que junta a calma japonesa ao aconchego escandinavo: tons terrosos suaves, linhas simples, texturas naturais e motivos da natureza. Xilogravuras japonesas, abstratos ao estilo da tinta-da-china e fotos de paisagens tranquilas são típicos, normalmente numa ou duas peças maiores com muita parede livre à volta, em molduras de carvalho ou pretas.
Cores suaves e terrosas: areia, bege, argila, verde-musgo, cinzento-pedra e preto tinta-da-china, com no máximo um apontamento mais forte, como índigo ou um pequeno sol vermelho. Inspira-te na madeira, no linho e na cerâmica que já tens na divisão, e a arte vai parecer que sempre pertenceu ali.
O carvalho é a escolha clássica, porque combina com móveis de madeira clara. O preto resulta com desenhos a tinta-da-china e pósteres mais escuros, e o carvalho escuro fica bem em divisões com nogueira ou madeira fumada. Escolhe molduras finas e fica-te por uma ou duas cores de moldura por divisão.
Menos do que pensas. Um póster grande ou um par costuma chegar por cima de um sofá ou de um aparador. Se quiseres mais, encosta uma moldura mais pequena num banco ou numa prateleira em vez de encheres a parede.
Sim – é essa a ideia do Japandi. Junta uma xilogravura a um abstrato terroso ou a uma foto a preto e branco, e mantém as cores na mesma família para que as duas peças pareçam aparentadas.
Pósteres Japandi
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