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Nicklas Hultman é um artista e criativo sueco multifacetado, com raízes profundas nas artes visuais, no design e no mundo floral. Essa ligação nota-se na sua coleção exclusiva de posters para a Postery. Hultman inspirou-se em várias fontes, incluindo os mestres holandeses como Vermeer, e o resultado é esta deslumbrante série fotográfica com composições florais modernas e divertidas.
Por trás da arte →
Obrigado, estou ótimo. Estou num fluxo criativo, por isso continuo a avançar. A melhor sensação :)
Sempre estive rodeado de arte. O meu avô era oleiro na Dinamarca e ensinou-me as bases da cerâmica e das cores. Também me mostrou como pintar rosas no seu grande jardim. A minha mãe era florista, e eu ajudava-a na loja e brincava com tudo o que ia parar ao chão. As flores e as plantas sempre tiveram um papel central no meu trabalho.
A natureza. Todas as suas partes. Um passeio na floresta com o meu cão – pode ser um passeio de manhã cedo, a ouvir todos os seus habitantes a acordar e a conversar uns com os outros. Ou um passeio num dia de chuva, os aromas e a forma como a água escorre por diferentes estruturas. Também me fascina muito a forma como a natureza encontra sempre maneira de lutar e procurar a luz em lugares que nós, humanos, ocupámos. As redes sociais também me fascinam e estimulam muito, porque estão sempre a alargar os limites da criatividade em todo o mundo.
Andy Warhol sempre foi o meu herói. Fez as coisas à sua maneira e seguiu esse caminho para onde quer que o levasse. Peter Greenaway e Vermeer são outras duas pessoas que me acompanham desde sempre.
Quando vivia em Xangai, tive aulas de arranjos florais asiáticos. Ao mesmo tempo, estudei tudo o que a lendária florista Constance Spry alguma vez fez. Isso, juntamente com o meu fascínio pela Idade de Ouro holandesa, levou a isto. Por isso, pode dizer-se que as imagens vêm do passado, do presente e do futuro.
“O que teriam feito os mestres holandeses."
… Não saberia viver se não pudesse criar. Por isso, tudo me motiva. Um vídeo subaquático no YouTube, um meme no Instagram, o movimento das árvores num dia de vento ou o que estiver a crescer na natureza nesse momento.
Muito. Abre-me a mente.


Não ficar preso no algoritmo frenético das redes sociais do tipo “partilha conteúdo todos os dias se quiseres ser visto”. Para mim, é importante respeitar o processo das coisas – às vezes é rápido e outras vezes essa mesma coisa precisa de amadurecer, descansar e evoluir devagar. Está tudo bem.
Trabalho muito. Provavelmente devia descontrair um pouco, mas há tantas coisas divertidas para criar, e preciso de as tirar da cabeça/do corpo. Uma coisa leva muitas vezes a outra, por isso o processo criativo nunca descansa.
Para mim, a arte é uma forma de aliviar a pressão do dia a dia, tanto a criar arte como a apreciá-la. A arte é uma extensão das emoções humanas. Pode acalmar ou perturbar. A mesma obra pode provocar uns e curar outros.
Tenho a sorte de ter duas casas. Uma no centro de Gotemburgo e outra junto ao mar, na costa oeste. Assim, tenho o melhor de dois mundos – a luz intensa da cidade, a calma da natureza e terra do jardim debaixo das unhas.
Sem dúvida. Estou sempre à procura de materiais para trabalhar. Podem ser objetos que as pessoas deitaram fora quando estavam bêbedas ou legumes bonitos na loja. Podem ser ervas daninhas no parque de estacionamento ou um musgo incrível de árvores caídas na floresta.
Sou uma pessoa matinal, mas não tenho problema nenhum em entrar no meu modo criativo a qualquer minuto do dia.
Vejo-os como uma extensão das estações do ano.
Tenho várias colaborações entusiasmantes a caminho, todas secretas por agora.
Seria um mashup antigo de um DJ sueco chamado Dj City: “We Ride (I See the Future) City RMX”. É Mary J Blige a encontrar Born Slippy dos Underworld (o tema de Trainspotting) https://on.soundcloud.com/tk7KfHJMQ4bUHNwM9


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