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Mathilda Månsson é uma artista e empreendedora sueca. Esta pintora autodidata desafia o seu fluxo criativo alternando entre vários materiais, desde acrílicos a aguarelas, guache ou pastéis de óleo. Com as suas obras, quer criar naturezas-mortas de objetos e cores do dia a dia e fazer com que os outros vejam a beleza destes objetos como ela a vê.
Por trás da arte →
Olá! Muito bem, a tentar habituar-me ao outono e romantizar tudo o que se possa glorificar com ele, haha.
Desenho e pinto desde que me lembro, sempre fez parte de mim. Não tenho formação artística de que me possa gabar, só uma grande curiosidade!
A coleção é divertida e colorida. Uma espécie de natureza-morta com um toque de humor?
Não me sentir limitada nem ficar presa à ideia de que as coisas têm de ser de uma certa maneira. Quero sentir que posso pintar o que quiser e com o material que quiser. Uso sobretudo acrílicos, aguarelas ou pastéis de óleo. Depois, costumo alternar entre eles para me desafiar e não estagnar. Mas toda esta coleção, por exemplo, foi feita a guache, o que era completamente novo para mim. Para mim, tudo passa por continuar e alimentar um fluxo criativo. Criatividade gera criatividade!
Também não consigo bem pintar se não puder ouvir baladas românticas dos anos 80 e 90. Como disse, gosto de romantizar as coisas!


Tenho um fraco pela estética do quotidiano e inspiro-me em absolutamente tudo o que me rodeia. Pode ser uma combinação de cores num edifício, a forma de uma chávena de café sobre uma toalha de mesa bonita ou as formas e cores na decoração de interiores. As flores também têm um lugar especial no meu coração.
Vivo em Malmö, mas sou de Södermalm, em Estocolmo.
Ir a feiras da ladra. Tenho a empresa Omdeko Studio com a minha amiga Carro, onde fazemos a curadoria de artigos em segunda mão e artesanato de criadores locais. Adoro descobrir o potencial dos objetos e fazer com que os outros os vejam num novo contexto. Acho que é isso que faço também nas minhas pinturas: captar objetos e cores do dia a dia e tentar que os outros vejam a beleza que eu vejo, haha.
Brinquedos para gatos. A coisa mais feia que conheço.
Obrigado, Mathilda!


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